Nossa História

Conheça a História do Clube - MRC Desenvolvimento

Criar uma organização de caráter social e cultural sempre foi um empreendimento desejado por muitas pessoas e visto com certas reservas por outras tantas.

Somente idealistas conseguem ter, além do espírito ativo e pronto para a execução, a capacidade de enfrentar todas
as dificuldades com uma argumentação que agregue os aspectos emocionais aos racionais para tornar-se forte e convincente o suficiente,
para sobrepujar a tudo e a todos.

Uma grande realidade, que comprova tudo o que foi dito nos parágrafos anteriores, foi a fundação, em 7 de novembro de
1956, do CLUBE DO PROFESSOR.


A primeira diretoria do CLUBE DO PROFESSOR estava assim constituída:




  • Presidente: Walter Augusto Francini


  • Vice-presidente: Jorge Pedro Assef Júnior


  • 1º Secretário: Marcolino Mariano Neto


  • 2ª Secretária: Nair Zadra Barroso


  • 1º Tesoureiro: Bráulio Teixeira


  • 2ª Tesoureira: Carolina Azevedo Oliveira




Conselho Consultivo: Manoel Correa Porto; Ulysses Borelli Thomaz; João Teixeira; Cleusa Iatauro Falco e Maria da Penha Gentil Salzano
Foi um período de grande agitação cultural: palestras, exposições de Artes Plásticas, excursões e encontros culturais.


Apenas um exemplo basta, dada a sua relevância, para ilustrar como eram as atividades do CLUBE DO PROFESSOR: esteve em Porto Ferreira,
para uma conferência, o renomado escritor Malba Tahan.


Uma série de razões, dentre as quais evidentemente incluem-se a imperiosa razão de crescer, de ampliar suas atividades e de aumentar
a abrangência do seu quadro de associados, fez com que aos 18 de dezembro de 1957, o CLUBE DO PROFESSOR fosse transformado em SOCIEDADE
CULTURAL DE PORTO FERREIRA com novos estatutos e diretoria. No momento de sua fundação a diretoria da SOCIEDADE CULTURAL DE PORTO
FERREIRA estava assim formada:






  • Presidente: Walter Augusto Francini


  • Vice-presidente: Alceu Cruz


  • 1º Secretário: Ulysses Borelli Thomaz


  • 2º Secretário: Oswaldo Gustavo Meduna


  • 1º Tesoureiro: Gentil Newton da Silva


  • 2º Tesoureiro: Julio Cheffer




Ao lado, um informativo da época, escrito pelo Prof. Walter Augusto Francini, onde ele defendia
o novo nome a ser adotado - por meio de uma eleição - pelo CLUBE DO PROFESSOR: SOCIEDADE CULTURAL DE PORTO FERREIRA


Em nossas pesquisas, encontramos que em 10 de dezembro de 1963 foi eleito o seguinte Conselho Deliberativo:




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  • 1. Adão Antonio Elias


  • 2. Alceu Cruz


  • 3. Arcyr Giaretta Barcellos


  • 4. Eduardo Buschinelli


  • 5. Eduardo Ramos Ribeiro da Silva






  • 6. Flávio da Silva Oliveira


  • 7. Francisco Dennunci


  • 8. Hipólito Fernandes


  • 9. Joaquim Coelho Filho


  • 10. José Bernardo






  • 11. José Jorge Assef


  • 12. Júlio Cheffer


  • 13. Mário Borelli Thomaz


  • 14. Nadir Mariano


  • 15. Orindo Francisco de Oliveira






  • 16. Oswaldo Amaru


  • 17. Oswaldo Gustavo Meduna


  • 18. Plínio de Góes Valeriani


  • 19. Ulysses Borelli Thomaz


  • 20. Wlademir Salzano






Dentre estes conselheiros, foi eleito, no dia 11 de dezembro de 1963 o sr. Plínio de Góes Valeriani, como Presidente da SCPF.


Em 25 de junho de 1964 aconteceu a primeira reunião do Conselho Deliberativo onde o principal assunto foi o pedido de renúncia,
em caráter irrevogável, do sr. Plínio de Góes Valeriani. Em função deste fato um novo presidente foi eleito. Imediatamente formou
uma diretoria, uma vez que o presidente demissionário não havia formado uma.


A nova diretoria ficou assim constituída:




  • Presidente: Arcyr Giaretta Barcellos


  • Vice-presidente: Alceu Cruz


  • 1º Tesoureiro: Orindo Francisco de Oliveira


  • 2º Tesoureiro: José Bernardo.


  • 1º Secretário: Ulysses Borelli Thomaz


  • 2º Secretário: Eduardo Ramos Ribeiro da Silva




Esta diretoria prometeu esforçar-se para atingir objetivos grandiosos. Reorganizar o Quadro Social e adquirir uma propriedade
para a construção de um Clube de Campo com lago e demais dependências.


Por essa época, mais precisamente em 12 de fevereiro de 1965, a SCPF contava com 46 associados.






  • 1. Abílio Carandina


  • 2. Abílio Ferreira da Silva Filho


  • 3. Adão Antonio Elias


  • 4. Alceu Cruz


  • 5. Alzemiro Teixeira


  • 6. Arcyr Giaretta Barcellos


  • 7. Armando Melara


  • 8. Armindo Gonçalves Torres


  • 9. Djanira Ferreira Andrade


  • 10. Eduardo Buschinelli


  • 11. Eduardo Ramos Ribeiro da Silva


  • 12. Ferdinando Melchioreto






  • 13. Flávio da Silva Oliveira


  • 14. Francisco Benassatto


  • 15. Francisco Dennunci


  • 16. Gentil Newton da Silva


  • 17. Geraldo Moraes


  • 18. Hipólito Fernandes


  • 19. Jean Gabriel Villin


  • 20. Joaquim Coelho Filho


  • 21. Joaquim Marques Castelhano


  • 22. Jorge João


  • 23. José Bernardo


  • 24. José Carandina Netto






  • 25. José Jorge Assef


  • 26. José Marques Castelhano


  • 27. Júlio Cheffer


  • 28. Mário Borelli Thomaz


  • 29. Mário Guido Ferreira


  • 30. Nadir Mariano


  • 31. Noraide Mariano


  • 32. Orestes Rocha


  • 33. Orindo Francisco de Oliveira


  • 34. Osvaldo Martins Rezende


  • 35. Oswaldo Amaru


  • 36. Oswaldo Gustavo Meduna






  • 37. Pedro Ferreira


  • 38. Plínio de Góes Valeriani


  • 39. Raul Lacomb


  • 40. Sebastião dos Santos


  • 41. Sérgio Lázaro Marques Castelhano


  • 42. Ulysses Borelli Thomaz


  • 43. Walter Augusto Francini


  • 44. Walter Rusca


  • 45. Waltraut Maria Nöthling


  • 46. Wlademir Salzano






Após incansável procura por um imóvel, que pudesse satisfazer o seu objetivo de construir um Clube de Campo, em 18 de fevereiro de
1965 a diretoria comunicou aos associados, em Assembléia Geral Extraordinária, a possibilidade da aquisição - devido a um compromisso
de compra e venda com prazo de 90 dias para a realização da transação - junto ao Sr. Erlindo Salzano, de "parte de sua propriedade,
justamente aquela em que está localizado o lago da Figueira".


Podemos imaginar os momentos de grande emoção misturada com uma enorme ansiedade, vividos naquela Assembléia e nas semanas que estavam
por vir.


Em seguida foi lançada uma campanha para a venda de 250 Títulos Patrimoniais, visando obter os recursos para a tão sonhada aquisição.
Caso essa campanha lograsse êxito, os documentos relatam-nos que havia uma preocupação constante com a necessidade de alterar o Estatuto
para enquadrá-lo à nova fase de atividades da sociedade.


Todo esse movimento culminou com a criação do Clube de Campo das Figueiras, que evoluiu chegando a tornar-se, hoje, um dos maiores e
melhores ambientes de caráter social, esportivo e cultural de nossa região.


Em função disso, os estatutos de 18 de dezembro de 1957 foram oficialmente modificados em uma Assembléia Geral Extraordinária, iniciada
em 8 de maio de 1965 e que tornada permanente, encerrou-se em 11 de maio de 1965, com a aprovação dos novos estatutos e também com a
posse da nova diretoria:




  • Presidente: Arcyr Giaretta Barcellos

  • Vice-presidente: José Jorge Assef

  • 1º Secretário: Ulysses Borelli Thomaz

  • 2º Secretário: Eduardo Ramos Ribeiro da Silva

  • 1º Tesoureiro: Orindo Francisco de Oliveira

  • 2º Tesoureiro: José Bernardo.



Para concluir este texto escolhemos uma frase, redigida em novembro de 1965, de um dos personagens que esteve presente em todas as
fases desta gloriosa história, o professor Ulysses Borelli Thomaz: "O futuro previsto quando da fundação do Clube do Professor, aí
está na expressão que hoje ostenta a Sociedade Cultural de Porto Ferreira, lavrando na ata da história de Porto Ferreira, um voto
de louvor aqueles idealistas que um dia pensaram em dotar Porto Ferreira de um clube cultural, recreativo, social: o Clube de Campo
das Figueiras".


Este resumo histórico foi preparado com base em cópias de Atas e outros documentos gentilmente fornecidos pela Sra. Lydia Loureiro
Thomaz, viúva de Ulysses Borelli Thomaz.


O nosso objetivo foi levantar as origens remotas da Sociedade Cultural de Porto Ferreira (SCPF) e do Clube de Campo das Figueiras
(CCF). Conseqüentemente, esperamos que a partir de agora possa ficar bem esclarecido que o CCF é um imóvel pertencente à SCPF e que
ambos não são agremiações sociais diferentes ou dissociadas.


Se você tem algum documento que possa complementar ou trazer mais fatos a respeito da história da Sociedade Cultural de Porto Ferreira,
escreva-nos.



Prof. Dr. Ulysses Borelli Thomaz Junior - Abril a Novembro de 2000

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